Mostrar mensagens com a etiqueta Dossiê do Felipe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dossiê do Felipe. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Paralisia do sono

   Imagine acordar no meio da noite e perceber que você não pode mover nenhum músculo. Você

não pode ver nada pois está escuro, mas você parece sentir a presença de algo estranho no quarto,
próximo à sua cama – ou sobre seu peito, te sufocando.

   Este fenômeno assustador é conhecido como paralisia do sono, e é mais comum do que parece.

   Pesquisadores afirmam que saber como isso acontece ajuda a sentir menos pânico durante um episódio do distúrbio do sono. Como algumas pessoas não sabem, elas acreditam que algo sobrenatural está agindo sobre elas.

   A paralisia do sono acontece quando o cérebro e os músculos do corpo se dessincronizam durante o sono, e a pessoa acorda durante o sono REM (movimento rápido dos olhos), fase do sono em que os sonhos são mais frequentes. Nessa fase, o cérebro libera duas substâncias chamadas glicina e GABA, que deixam os músculos paralisados. Ficar consciente antes do corpo “acordar” caracteriza a aterrorizante experiência, onde as pessoas não podem se mexer, falar ou gritar. A paralisia pode durar de alguns segundos até cerca de 5 minutos.

   Estima-se que entre 5 a 60% das pessoas experimentam a paralisia do sono (essa enorme diferença se dá devido aos diferentes métodos de pesquisa).

   Algumas pessoas tem episódios frequentes, enquanto outras só experimentam durante uma ou duas vezes na vida, enquanto outros nunca vivenciam a experiência. Felizmente, a paralisia do sono é inofensiva, desconsiderando o enorme pavor que a pessoa sente quando não sabe o que está acontecendo.

   Muitas pessoas também vivenciam durante a paralisia do sono alucinações, sensação de falta de ar, uma presença malévola no quarto (que é explicada do cérebro ficar em um estado “hiper vigilante”, fazendo a pessoa temer muito um ataque), ou ainda acreditam que estão morrendo. Mais raramente, alguns episódios da paralisia são acompanhados de sentimentos de queda, flutuação ou a sensação de estar fora do corpo. Por isso, alguns cientistas propuseram essa condição como uma explicação para os relatos de abduções alienígenas e encontros fantasmagóricos.

   Várias circunstâncias foram associadas a um aumento do risco de paralisia do sono. Estas incluem insônia e privação do sono, uma agenda de sono irregular, stress, uso excessivo de estimulantes, fadiga física, bem como certos medicamentos. Além disso, dormir na posição supina (barriga para cima) aumenta os riscos da paralisia do sono, segundo os pesquisadores.

   A paralisia do sono certamente fica muito menos assustadora quando você realmente sabe o que está acontecendo.


Fonte: http://misteriosdomundo.org/a-aterrorizante-paralisia-do-sono/

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Espelhos

   Desde antigas épocas, os Espelhos são alvo de preocupação para pessoas de diversas culturas e religiões, devido ao fato de se acreditar que estes tão comuns objetos de decoração e utilidade existentes em residências e estabelecimentos comerciais, são na realidade uma espécie de "Portal" que ligaria nosso mundo ao além, ou então à outra dimensão, e também devido à sua utilização em magias e feitiçarias diversas.

   Até em estórias infantis, como no clássico "Branca de Neve", existe o famoso espelho que conversa com a malvada rainha, sendo questionado por ela: "Espelho, Espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu?"
Sendo que o espelho sempre lhe dá a resposta esperada.

   Seja por superstição antiga, ou através da ficção gerada por obras literárias, desenhos animados ou filmes, os espelhos sempre são tratados por muitas pessoas como algo misterioso.
Mas existe na realidade algo de anormal com os espelhos, ou seria apenas fruto da imaginação popular, provocado por lendas espalhadas através do tempo?


Espelhos Negros


   Considerado uma ferramenta de scrying e divinação, o espelho negro provou também ser um

instrumento de contato e comunicação com os espíritos e consciências dos mortos.
   O espelho negro é feito de algum material próprio como ônix ou mesmo um vidro pintado com alguma tinta negra e reflexiva.

   Que os espelhos podem ser portais para o reino dos mortos ou mesmo do inferno não é nenhuma teoria nova.

   Os hebreus antigos acreditavam que os espelhos podiam ser entradas para as cavernas de Lilith e suas súcubus.

   Mulheres jovens eram portanto desencorajadas a usar espelhos, pois poderiam ser possuídas por essas demônias que as levariam a ter relações sexuais com os homens que dormiam na casa.

   O Espelho Negro é considerado uma ferramenta de magia com a qual os demônios da mente e o estado de auto-transformação podem ser conseguidos através do encantamento de si mesmo e a abertura da imaginação à imagens em seu reflexo.
Em Goetia, o Espelho Negro é usado como uma ferramenta de comunicação entre o espírito preso ou o familiar após o ritual de evocação.

   O feiticeiro que convocou o anjo ou Demônio deve contê-lo apropriadamente no vaso e depois de um tempo evocá-lo novamente e usar o Espelho Negro para visualizar sua forma e demais impressões que ele enviar.

Se um espírito goético específico está preso pelo magista como um familiar, então o Espelho Negro é a forma ideal de comunicação.

   Alguns tem usado tábuas e métodos de divinação em frente aos espelhos para se comunicar com os espíritos, esta é uma técnica poderosa pois a pessoa essencialmente trás o reino astral/fantasmagórico para o plano físico.

   Segundo os especialistas, o espelho negro é usado da seguinte forma:
1. Convocação do Espírito no Círculo de Evocação;
2. Enviar o Espírito para o receptáculo;
3. Usar o espelho para contatar o espírito depois que ele estiver preso.
4. Contactar o espírito antes de dormir para garantir uma comunicação mais detalhada – se tiver coragem.
[Goetia refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de anjos e demônios.

   Baseia-se na tradição judaico-cristã na qual o rei de Israel, Salomão fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e consequentemente a todos os espíritos menores governados por eles.

   Desta forma, o rei salomão, e posteriormente seus discipulos, teria toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro.]


Criaturas Sobrenaturais e os Espelhos


   Sabe-se que muitos seres sobrenaturais não tem suas imagens refletidas pelos espelhos.

   Diz um mito: “demônios” e seres sobrenaturais, com vampiros, traem a sua própria natureza porque não tem sua imagem refletida em espelhos, enquanto as encarnações diabólicas não podem tolerar sua própria imagem e são destruídas no momento em que se vêem refletidas em um espelho.

   Por esse motivo os espelhos cumprem a função de amuletos que protegem contra seres satânicos.

   O mesmo se vê na Mitologia Grega sobre a Medusa, ser terrível que Perceu venceu usando a própria imagem refletida.






Os Espelhos e o Sono



   Existem muitos conselhos e teorias que dizem para cobrir os espelhos do quarto à noite para que a pessoa possa ter um sono tranquilo e consiga descansar de uma forma mais harmoniosa.

   Existe a teoria, a qual diz que quando as pessoas dormem, seus espíritos saem e vagam durante a noite, sendo que esses "passeios" e "viagens" se refletem em sonhos e/ou pesadelos nas mentes dos adormecidos.

   Já segundo o "Feng-Shui", os espelhos devem ser cobertos durante a noite para se evitar a propagação de energias negativas no ambiente, as quais prejudicam o sono e não permitem que a pessoa descanse corretamente.

   Já outras linhas de raciocínio, dizem que quando os espíritos saem dos corpos dos adormecidos à noite, e se deperam com espelhos, eles vêem a própria imagem flutuando no "éter", se assustam e voltam rapidamente para os corpos de origem, fazendo com que as pessoas acordem sobressaltadas, podendo provocar problemas emocinais ou físicos em quem passa por essa experiência.

   Segundo essa teoria, outra possibilidade também é a de que o espírito, ao se ver em frente ao espelho, se perca do caminho de volta, ficando perdido, fazendo com que a pessoa adormecida fique em estado de dormência eterna, ou chegando até a morrer.

   Por isso, cobrir os espelhos dos aposentos à noite, pode ser um bom cuidado à ser tomado para se evitar surpresas desagradáveis.











quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Perséfone

   Perséfone, deusa da terra e da agricultura na mitologia grega, foi a única filha de Zeus e de

Demeter. Na mitologia grega depois também ficou conhecida como a rainha do mundo infernal, ela ficava vigiando as almas e sabia os segredos das trevas.

   A deusa da agricultura sempre se preocupava apenas em colher flores, mas foi crescendo e com isso sua beleza foi encantando a todos, e encantou o deus Hades, o senhor dos mortos, que pediu a deusa em casamento. Porém, Demeter não queria que eles se casassem, mas Hades mesmo assim não desistiu da deusa e continuou a persegui-la. Até que um dia Perséfone estava colhendo narcisos, e de repente Hades apareceu da terra em sua carruagem e levou a deusa para o mundo dos mortos.


   Demeter não se conformou a com a situação de sua filha e obrigou que Zeus atendesse seu pedido, foi então que ele pediu a Hades que devolvesse sua filha. Hades não devolveu Perséfone e ainda conseguiu um plano para que ela continuasse com ele. Ele deu à Perséfone uma Romã, que era o fruto do casamento. Como a deusa tinha comido os grãos, não podia deixar mais seu marido, foi então que Perséfone passava um período com sua mãe e outro com seu marido, e se torna a sombria Proserpina. Deste momento em diante, a cada vez que ela estava com seu marido virava inverno na terra, e quando estava no Olimpo com sua mãe se tornava novamente uma adolescente e chegava a primavera, o verde da natureza fazia brotar muitas flores e frutos. E mesmo sendo uma relação muito complicada, vive com muito amor com seu marido Hades.

   Perséfone, por sua beleza sempre atraiu muitos olhares. É inimiga de Afrodite por ser esta ser muito bela. Até Zeus, seu pai, se sentiu atraído por sua filha e conta-se que tiveram um filho juntos em forma de serpente, que seria o Sabázio. Também teve um amor com Hércules e com ele teve um filho, o Zagreus.

   Afrodite e Perséfone além de ficarem rivais pela beleza, também lutaram pela posse de Adônis, um belo rapaz que era amado por ambas. Afrodite, para preservar Adônis, o prendeu em um baú e mandou a Perséfone para que ela cuidasse, mas ao chegar às mãos dela, ela abriu o baú e se encantou com sua beleza e se recusou a devolver para Afrodite. Foi então que Zeus decidiu que Adônis ficaria um terço do tempo com Afrodite e outro terço com Perséfone, e os outros dias faria o que ele quisesse.



Fonte: http://www.infoescola.com/mitologia-grega/persefone/







sábado, 26 de novembro de 2016

O Beijo da vampira - Creepypasta





   O dia esta quente hoje perfeito para praia, uns amigos me chamaram para curtir, mas eu preferi
ficar em casa, pois à noite tenho uma festa para ir com minha amiga Luiza, embora não sei o que aconteceu com ela já faz mais de uma semana que não nos falamos.
A ultima vez que eu falei com ela foi por skype enquanto ela se preparava para uma festa na mansão da colina, vou tentar mais uma vez falar com ela pois já estou preocupado.

   Finalmente depois de mais de 10 tentativas ela me atendeu.
- Alo Luiza tudo bem com você? Porque você sumiu?
- Calma Paulo eu só não estou muito disposta. E há propósito que horas são mesmo?
- São duas da tarde.
- Me liga quando já for de noite.
- Mas a festa ainda esta de pé Luiza?
- Sim esta, ate mais tarde beijos.
- Beijos

   Quando a noite caiu, novamente liguei para a Luiza, para avisar que iria me arrumar para ir festa.
- Alo
- Alo Luiza é o Paulo, já estou me arrumando para festa assim que eu acabar passo ai para te pegar, tudo bem para você?
- Tudo bem Paulo vou esta aguardando você.

   Desligue a chamada e logo fui tomar meu banho e me arrumar, fiquei muito feliz, pois notei que ela parecia muito mais animada do que mais cedo quando nos falamos, coloquei uma minha melhor roupa pois queria impressiona-la, por que mesmo ela sendo minha amiga, sempre tive uma quedinha por ela.

   Peguei meu carro e fui ao encontro da minha amiga e quem sabe...
   Chegando a sua casa, toquei a campainha e não demorou e ela abriu a porta.
   Quando abriu quase fiquei sem fôlego de tão perfeita que ela estava, ela que já era linda estava majestosa naquele longo vestido preto, com luvas e uma linda gargantilha em forma de teia cravejada de diamantes, mas o que mais me chamou a atenção foram seus longos cabelos negros como a noite, seu olhar fatal e sua boca que parecia que queria me devorar.

   Ela abriu um lindo sorriso e me disse:

- Paulo você esta bem? Porque essa boca aberta?

Eu me recompus, e respondi.

- Nada, estou bem, vamos?
- Vamos sim.

   Fui ate o carro abri a porta para ela, corri para meu lado e fomos para a festa, no caminho ela me falou que a festa tinha mudado de lugar e que agora seria na mansão da coliana, mudei de direção e fomos para nosso destino, ela estava toda sorridente durante todo caminho e a noite prometia ser maravilhosa.

   Chegamos à festa abri a porta do carro, ela desceu e me agradeceu, fomos para a porta da mansão e lá nos entregaram mascaras de porcelana para escondermos nossos rostos, mas notei que tinha algumas pessoas que não usavam mascaras como a da maioria das pessoas, elas usavam mascaras negras assim como a que minha amiga estava usando, e eu e as demais pessoas usávamos mascaras brancas.
Durante a festa algumas dessas pessoas de mascaras negras trocavam as mascaras brancas de algumas das pessoas por uma vermelha, mas ate ai nada de anormal, comecei a achar que se tratava de uma brincadeira.


   Minha amiga depois de um tempo de festa, trocou a minha mascara por uma vermelha, eu a indaguei o motivo disso e ela falou ao meu ouvido.
- A verdadeira festa vai começar depois que as pessoas de mascara brancas forem embora, ai sim
poderei contar o que vai acontecer.
Fiquei animado, pois senti certa malicia na voz de Luiza, a festa foi transcorrendo normalmente ate que quando deu meia noite, os convidados que estavam de máscaras brancas foram convidados a irem embora.

   Quando ficamos na mansão apenas as pessoas de máscaras negras e vermelhas cada uma das pessoas que estava de máscara negra, pegou pela mão da pessoa que ela colocou a máscara vermelha e se dirigiu para uma parte diferente da mansão.
Minha amiga me levou para uma dos quartos, e lá ela e tirou toda sua roupa e a minha fizemos amor durante muito tempo, e por ultimo ela tirou a máscara e falou ao meu ouvido.
- Eu te amo Paulo e quero te dar um presente que vai fazer você mudar o seu ponto de vista sobre o mundo.

   Não tive tempo para perguntar nada, apenas senti uma mordida em meu pescoço e tudo ficou escuro.


   Quando acordei na noite seguinte estava deitado em minha cama, todas as janelas estavam trancadas e vedadas com pano a escuridão era total, mas conseguia ver normalmente como se todas as luzes estivessem acesas.
Olhei para o lado e vi em cima do meu criado mudo uma carta escrita com a letra de Luiza, peguei e comecei a ler.

   Você deve estar cheio de perguntas sobre o que aconteceu ontem e sobre o que esta acontecendo com você.
Bem vamos por parte, ontem estávamos em uma festa particular da dona da mansão da colina, ele é uma mulher muito educada e generosa que quer aumentar sua família, e nós somos seus novos filhos.

   Não se preocupe vou explicar melhor lembra que semana passada eu fui a uma festa nessa mesma mansão e fiquei sumida uns dias? É por isso, me ternei uma de suas filhas, ela é uma vampira e me escolheu para ser uma de sua espécie, o tempo para o meu corpo se adaptar assim como o seu é de uma semana, não vou mentir para você, ira sentir muita dor e muita fome, mas não adianta você tentar fazer a sua fome passar, ela não vai passar pode acreditar em mim, somente depois que você se alimentar de sangue.

   Nesse momento você deve estar se perguntando o porquê de eu ter feito isso com você não é mesmo?
Bem fiz isso, pois te amava em segredo e quando minha rainha falou que eu poderia escolher um humano para ser meu companheiro não pensei duas vezes e escolhi você.

Quero que você viva para sempre comigo, sempre ao meu lado por isso te dei esse presente, espero que você aguente essa semana enclausurado sozinho com dor e fome, pois quando esse período passar poderei ter você para sempre ao meu lado.

   Quando acabei de ler essa carta sorri e prometi que aguentaria tudo, pois em breve estaria com a minha amada.

   Já faz dois dias que estou sozinho nessa casa à dor é insuportável, minha fome aumenta a cada dia mais, e como minha amada Luiza disse não importa o que eu coma, não existe nada sacie minha fome, a sede é inexplicável, meu corpo parece que vai se rasgar em mil pedaços.


   Hoje é a manha do sétimo dia meu corpo já não dói mais, todos os meus sentidos parecem ter aumentado no mínimo umas vinte vezes, estou me olhando no espelho agora e acabei de descobrir que nos filmes eles não sabem mesmo nada sobre vampiros, pois sempre que vampiros se olham no espelho não se pode ver o seu reflexo isso segundo eles, pois me vejo perfeitamente, meus cabelos parecem ter ficado mais sedosos e minha pele é macia como ceda.

   Não sei explicar, mas parece que sei tudo que os outros vampiros estão pensando, pois posso ouvir as suas vozes em minha mente.
Minha audição ficou tão apurada que posso ouvir o bater do coração dos ratos escondidos no forro da casa.

   Minha amada Luiza está chegando posso sentir o doce cheiro do seu perfume espero que ela esteja trazendo algo para eu me alimentar, pois já não aguento mais essa fome.

   Ela entra em meu quarto e antes que eu possa perguntar sobre comida ela fala:
- Você deve está faminto venha ate mim, pode morder o meu braço e se alimentar um pouco para que mais tarde você esteja forte para a sua primeira caçada junto comigo.

   Olhei para ela e não pensei duas vezes me alimentei de seu sangue, nessa mesma noite iniciamos meus treinamentos.
Hoje me tornei um caçador de verdade e em breve contarei tudo sobre nossa espécie para vocês, não somos monstros e sim a evolução o futuro dos seres humanos isso não é maldição e sim uma dádiva.


Escritor – Morte  SobreviventesDT / SobreviventesDoTerror 


Obs: para gravar pedir permissão

Caso queira ver o vídeo


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Os Meninos Verdes

   A lenda tem origem numa história que começou há muito tempo atrás; duas notáveis crianças foram descobertas na vila de Woolpit, em Suffolk Reino Unido. O incidente se deu durante o regime
do rei Stephen da Inglaterra (1135-1154), numa época difícil.

   Os camponeses estavam trabalhando quando um garoto e uma garota, repentinamente emergiram de um fosso profundo.

   Estavam vestidas com roupas de material nada familiar e suas peles eram verdes.

   Era impossível falar com eles porque tinham um dialeto desconhecido. Os dois foram levados para o dono do feudo, Sir Richard de Caline. Obviamente, eles estavam tristes e choraram por vários dias.

   Os pequenos esverdeados se recusaram a comer e a beber qualquer coisa até que alguém lhes ofereceu feijão ainda no talo. Eles sobreviveram comendo feijão por vários meses e mais tarde eles começaram a comer pão. O tempo passou, o pequeno e esverdeado garoto entrou em depressão, adoeceu e morreu. A garota adaptou-se melhor a sua nova situação. Ela aprendeu a falar inglês e gradualmente sua pele foi perdendo a cor verde. Mais tarde se tornou uma saudável jovem e se casou.

   Muitos lhe perguntavam sobre seu passado e de onde tinha vindo, mas tudo que ela falava só fazia aumentar o mistério sobre suas origens. Explicava que seu irmão e ela tinham vindo de “uma terra sem sol”, com um perpétuo crepúsculo. Todos os habitantes eram verdes. Ela não tinha certeza exata onde se localizava.

   Também é inexplicável como as crianças apareceram naquele fosso. A garotinha disse que ela e seu irmão estavam procurando o rebanho do pai, e seguiram por uma caverna escutando o som dos sinos.
 Vagaram na escuridão por um longo tempo até que acharam uma saída, e de repente, eles ficaram cegos por um clarão de luz.

    A luz do sol e a temperatura diferente deixaram-nos cansados eles descansavam quando ouviram vozes, e viram pessoas estranhas e tentaram fugir. Entretanto, não tiveram tempo de se mover da boca do fosso onde foram descobertos. As fontes originais dessa história são William de Newburgh e Ralph de Coggeeshall, dois cronistas ingleses do século 12.

    Muitas explicações têm aparecido para o enigma das crianças verdes. Uma das teorias sugeridas é que as crianças eram imigrantes flamengas que sofreram perseguição. Seus pais teriam sido mortos e
o garoto e a garota se esconderam na floresta. Esta ideia explicaria as roupas diferentes, mas não esclarece o fato das crianças falarem uma língua desconhecida.

   Outros sugerem má nutrição ou o envenenamento por arsênico como a causa da pele verde. Também havia um rumor que um tio tentou envenenar as crianças, mas isso nunca foi confirmado. No entanto, outras pessoas como o astrônomo escocês, Duncan Lunan, sugeriam que as crianças eram alienígenas enviados de outro planeta para a Terra.

    De acordo com outras teorias, as crianças vieram de um reino subterrâneo ou, possivelmente, de outra dimensão. Poderiam as crianças verdes de Woolpit terem vindo de um mundo paralelo, um lugar invisível ao olho nu? É importante lembrar que a garota disse que “não havia sol” no lugar de onde ela teria vindo. Disso se pode deduzir que ela habitava em um mundo subterrâneo. A verdadeira origem das crianças nunca foi descoberta e este caso continua um mistério.

    Entre as teorias a que ficou mais famosa entre os camponeses foi a do mundo subterrâneo. Isso fez com eles adotassem o hábito de trancar os poços, pois acreditam ser a passagem desses seres para o nosso mundo.



Fonte: http://ahduvido.com.br/50-lendas-urbanas 






domingo, 8 de maio de 2016

Arcanjo Azrael

   Azrael é o Arcanjo da justiça islâmico. Ele também é o Anjo da morte na tradição e folclore Judaíco-Cristã.
 
   O nome literalmente significa "aquele a quem Deus ajuda".Também é conhecido como Samael

   Azrael, primeiramente conhecido como Azra, o descendente de Abraão e escriba da Babilônia. Nos primeiros anos do Cristianismo ele foi conhecido como Esdras, o profeta que profetiza a vinda do Messias. No início da história cristã foi dito que Azrael subiu aos céus sem realmente morrer. Ele foi mencionado pelo herege Marcião nomeado como "Anjo da Lei".







Antecedentes 

   Embora algumas fontes têm especulado sobre uma conexão entre o ser humano e Azrael sacerdote Esdras, Ele é geralmente descrito como um arcanjo , cuja longa história antecede a esta figura. Ao invés de simplesmente representa a morte personificada , Azrael é normalmente descrito em fontes islâmicas como subordinada à vontade de Deus "com o mais profundo respeito.


   No misticismo judaico, ele é identificado como a personificação do mal, não necessariamente ou especificamente o próprio mal . Dependendo da perspectiva e preceitos de várias religiões em que ele é uma figura, Azrael pode ser retratada como residindo no terceiro céu .

    Em uma de suas formas, ele tem quatro faces e quatro mil asas, e todo o seu corpo é constituído de olhos e línguas, cujo número corresponde ao número de pessoas que habitam a Terra . Ele será a última a morrer, grava e apagar constantemente em um grande livro, os nomes dos homens no nascimento e óbito, respectivamente.


    Os homens de Marrocos, tinha o costume de raspar a cabeça, deixando um único tufo de cabelo em qualquer coroa, à esquerda ou à direita da cabeça, de modo que o anjo Azrael fosse capaz de
"puxá-los para o céu no último dia."


Na arte e literatura 

   Azrael, tanto como um personagem ou um mais conceito abstrato, tem sido adotado por diversos artistas, músicos, poetas e autores ao longo dos séculos para se expressar ou evocar uma variedade de diferentes significados e emoções no leitor - muitas vezes aproveitando a ressonância cultural do seu nome para o efeito.




domingo, 24 de abril de 2016

O Lado negro dos contos de fadas



   Pensando bem, muitos heróis e heroínas não podem ser tomados por modelos de virtudes por
serem demasiado passivos e acomodados. O que fazem Bela Adormecida ou Chapeuzinho Vermelho para merecer um final feliz?

   As versões mais conhecidas dos contos de fadas são as adaptações produzidas pelos estúdios Disney na primeira metade do século 20. O filtro da cultura americana preservou o caráter de aventura e as lindas histórias de amor, mas acrescentou um viés ideológico, aumentou a polarização entre o bem e o mal e limou a rebeldia: Cinderela espera pelo príncipe encantado, a Bela Adormecida dorme até que ele chegue e a salve da maldição. Por isso, Karin vê as princesas modernas e batalhadoras que estão surgindo no cinema como mais próximas das figuras femininas que povoavam as versões mais antigas dessas histórias.

   Os contos de fadas começaram a ser visto como “infantis” a partir dos Irmãos Grimm, que colecionaram vários contos alemães sob o nome de Contos de fadas para crianças. Mesmo assim, mantiveram a maioria dos detalhes sórdidos. Por que? Bom, precisamos lembrar que as crianças daquele tempo viviam em um mundo em que estavam muito mais expostas, convivendo mais diariamente e de forma direta com violência e morte. Ser devorado por um lobo, por exemplo, era um risco real.

   Então, sem mais delongas, vamos ao que interessa.


BELA ADORMECIDA

   O conto original de A Bela Adormecida (Belle au bois Dormant) foi escrito pelo francês Charles
Perrault 1697 e depois ganhou uma versão dos alemães Irmãos Grimm (com o nome Little Brier-Rose). Mas antes disso, em 1634, o italiano Giambattista Basile havia publicado um conto muito semelhante chamado Sol, Lua e Tália (Sun, Moon, and Talia) que foi a inspiração de Perrault e do conto que conhecemos.

   A história: uma farpa de linho entra sob a unha da princesa Tália e ela imediatamente cai morta. O rei coloca sua filha em uma cadeira de veludo do palácio, tranca e parte para sempre, pra apagar a lembrança de sua dor. Algum tempo depois, outro rei estava por ali caçando e encontra Tália. Ele apaixona-se por sua beleza mas como não consegue acordá-la, a estupra e vai embora. Nove meses depois Tália dá a luz a gêmeos, Sol e Lua, mas continua adormecida. Um dia um dos bebês não encontra seu seio para mamar e coloca a boca no dedo da mãe e suga. Suga com tanta força, que extrai a farpa e a faz despertar.

   Um dia, o rei que estrupou Tália, lembra-se de “sua aventura” com a bela adormecida e resolve ir visitá-la. A esposa desse rei descobre o caso e manda cozinhar as duas crianças e serví-las para o rei. Mas o cozinheiro prepara cabritos no lugar. Depois a rainha manda buscar Tália para lançá-la ao fogo, mas o rei chega e lança a própria esposa no lugar de Tália. Ele casa-se com Tália e vive com ela e seus filhos.



BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES

   O conto da Branca de Neve ficou popular através da versão dos Irmãos Grimm (com o nome Little Snow-White), que haviam ouvido a história de duas irmãs chamadas Jeannette e Amali Hassenpflug.

   A história: Branca de Neve tinha 7 anos quando provocou a ira da rainha-madrasta por causa de sua beleza. Então a rainha convoca um caçador e pede que leve Branca de Neve para a floresta e a mate, trazendo seus pulmões e seu fígado para provar a morte. O caçador tem pena de Branca de Neve e a deixa fugir, levando pra rainha os órgãos de um javali. Então a rainha come os órgãos.

   Enquanto isso, Branca de Neve acha a casa dos anões e em troca de lavar, passar, costurar, limpar e arrumar a casa, eles a deixam ficar.

   Ao descobrir que Branca de Neve ainda está viva, a rainha vai até a casa dos anões 3 vezes. Primeiro, ela leva um corpete de seda, e tenta matar a garota apertando o corpete bem forte. Não funciona, então ela volta com um pente envenenado e tenta a matar penteando seus cabelos. Na terceira vez ela vai com a maçã envenenada.

   Dessa vez os sete anões chegaram tarde demais e nada fez a Branca de Neve acordar. Como sua aparência ainda era boa e ela tinha bochechas coradas, eles não tiveram coragem de a enterrar e fizeram uma cripta de vidro para ela.

   Um dia um príncipe viu a cripta com a princesa e quis comprá-la dos anões. Os anões se recusaram a vendê-la, mas acabaram dando para o príncipe com pena, pois ele pediu muito. O príncipe tinha empregados para carregarem a cripta, mas um deles tropeçou e caiu, derrubando o caixão de vidro. Com a queda, Branca de Neve cuspiu o pedaço de maçã envenenada e voltou à vida.

   O príncipe e Branca de Neve planejam então uma festa de casamento e convidam a madrasta má (que não sabe que Branca é a noiva). Enquanto a madrasta se arruma para o casamento, pergunta ao seu espelho quem era a noiva, e o espelho revela Branca estava viva. Ela decide ir ao casamento mesmo assim e fica apavorada quando vê que a noiva realmente era Branca de Neve.

Então, Branca de Neve e o  príncipe colocam um par de sapatos de ferro na brasa e vestem os sapatos na madrasta má, a fazendo dançar até cair morta.



CINDERELA

   Cinderela é um conto bem antigo, com versão grega antes de Cristo e registros na China nos anos
800. Acredita-se que é a história com mais versões, centenas! Em muitas delas, Cinderela foge de seu pai, que quer casar-se com a própria filha pois esta lhe lembra sua falecida esposa.


   Assim como A Bela Adormecida, as duas versões mais conhecidas da história foram de Charles Perrault e dos Irmãos Grimm. A versão que conhecemos e que a Disney usou tem mais a ver com a de Perrault, que possui uma fada madrinha que transforma uma abóbora em carruagem. Abaixo a versão dos irmãos Grimm.

   A história: A mãe de Cinderela veio a ficar doente e a falecer, mas antes de sua morte disse para a filha para plantar uma árvore em seu túmulo, e sempre que precisasse de algo, fosse lá chacoalhar a árvore. Algum tempo depois o pai se casou com outra mulher, que já tinha duas filhas más que logo apelidaram a menina de Cinderela. Um dia, o rei anunciou 3 bailes e Cinderela foi obrigada a ajudar as irmãs a se arrumar para o primeiro baile. Ela não tinha vestido e tinha que separar lentilhas antes que as irmãs voltassem. Depois que elas saíram para o baile, dois pássaros bateram na janela e se ofereceram pra ajudar Cinderela com as lentilhas.

No segundo baile, novamente Cinderela ficou em casa separando sementes, os pássaros após ajudá-la novamente, disseram para ela ir ao túmulo da mãe sacudir a arvore e fazer um pedido, ela foi, sacudiu a árvore e ganhou um esplêndido vestido prata com acessórios uma carruagem com serventes e cavalos para levá-la ao baile, mas tinha que voltar a meia noite, no baile, dançou com o príncipe que logo se apaixonou por ela.

   No terceiro baile, novamente Cinderela é obrigada a ficar em casa separando ervilhas e com a ajuda dos pássaros ela termina a tarefa e faz mais um pedido na arvore plantada no tumulo de sua mãe.

   Dessa vez, Cinderela ganhou um vestido dourado com pedras preciosas e sapatilhas feitas de ouro. O príncipe já a esperava na escadaria e dessa vez fez muitas perguntas à seu respeito. Cinderela quase perdeu o horário e teve que sair correndo, perdeu um dos sapatinhos e ainda perdeu a carona, ficando no meio da rua com suas roupas velhas. O príncipe encontrou seu sapatinho de ouro e proclamou que se casaria com a pessoa cujo pé coubesse nele.

   A madrasta de Cinderela sabendo do que o príncipe havia proclamado, chamou suas duas filhas e disse que se o sapatinho não coubesse, elas deveriam usar uma faca e cortar um pedaço de seus pés. A irmã mais velha experimentou e não serviu, então cortou seu calcanhar e o sapatinho serviu. O príncipe já estava a levando para o castelo quando os pássaros amigos de Cinderela cantaram ao príncipe que havia sangue em seus sapatos.

   Então a segunda irmã experimentou os sapatos e precisou cortar os dedinhos para servir. Novamente o príncipe enganado quase a levou para seu castelo, mas os pássaros a deduraram também, mostrando ao príncipe o sangue em seus sapatos. O príncipe voltou para a casa da madrasta e perguntou se havia outra garota. A madrasta não queria dizer, mas ele a pressionou até que ela falasse e fez chamar Cinderela. O sapatinho serviu e ele a pediu em casamento. No dia do casório, quando as irmãs de Cinderela tomavam o caminho da igreja, os pássaros bicaram seus olhos e elas ficaram cegas.



A PEQUENA SEREIA

   A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e morre.






A BELA E A FERA

   A história de Andrew Lang de 1889 se difere bem pouco da história que nós conhecemos. Nela,
não há objetos mágicos nem inimigo da Fera. Em uma outra versão, a Fera é descrita como alguém que se parece com uma cobra.

   Nessa história o mercador tem outras duas filhas interesseiras e três filhos além de Bela. Quando o mercador viaja, elas pedem coisas caras e Bela pede apenas uma rosa vermelha.

   No meio da jornada o mercador encontra um castelo, lá dentro ele tem tudo que precisa, como comida e lareira pra se aquecer. Mas quando vai embora, rouba uma rosa para sua filha.

   Então a Fera aparece e fica furiosa e diz que só o perdoa se ele lhe trouxer uma de suas filhas.

   O mercador volta para casa e Bela é a filha que se oferece para ficar com Fera. Chega no castelo pensando que vai ser devorada mas ele a trata como uma princesa. Além disso, Fera deixa o mercador encher dois baús com riquezas e levar para sua casa.


Toda noite a Fera pede Bela em casamento e ela recusa. Um dia Bela pede para ir visitar seu pai, pois está preocupada e com saudade. A Fera deixa, mas a Bela deve voltar em dois meses, do contrário a Fera morrerá.

   Um dia Bela sonha com a Fera morrendo e se assusta e resolve voltar na mesma hora. Quando chega no castelo a Fera está realmente morrendo e Bela percebe o quanto o ama e diz. Então ele acorda e a pede novamente em casamento. Quando ela aceita, ele se transforma em um lindo príncipe.



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Viajantes do Tempo

   A ficção científica e a realidade colidem quando começamos a encontrar provas sugerindo que a viagem no tempo não é apenas possível, mas pode já estar acontecendo !

   Não temos a certeza se as pessoas estão entrando e saindo de dimensões, usando tele transporte, ou voltando no tempo, verifique estes 10 eventos interessantes!






1. Celular No filme do Charlie Chaplin – 06 de janeiro de 1928

   Nos extras do DVD de Chaplin, “O Circo”, as pessoas tiveram acesso a um curta-metragem e fotos
da premier do filme no teatro chinês de Grauman em 1928. Neste filme, parece que uma mulher está andando e falando em um telefone celular.

   Como os telefones celulares não existiam em 1928 esta situação levou as pessoas a suspeitar de que é uma possível viajante no tempo. No entanto, isto não explica com quem ela estaria falando e qual torre de celular estaria usando. Talvez algo mais estaria acontecendo que nós não tenhamos pensado ainda, como um dispositivo mais avançado do que os que conhecemos atualmente.

   Outros suspeitam que talvez esta pessoa estivesse usando uma corneta, mas isso não explica por que ela parece estar conversando e rindo no dispositivo.




2. Caso do Compact Disc (CD) em 1800

   Uma pintura de 1800 mostra um homem segurando o que parece ser uma caixa decorada de CD.

   A mais antiga forma de plástico não tinha sido inventada até meados de 1800 e (obviamente) Compact Discs não estavam em uso até os anos de 1980.


   Você sabe o que ele está segurando ?






3. Bater e Correr – Vítima do Passado

   Em meados de junho de 1950, um homem nos seus trinta anos chamado Rudolph Fentz vestindo roupas do século 19 foi atropelado por um carro e morto na Time Square, em Nova York. A investigação por um policial do NYPD revelou que o homem tinha desaparecido sem deixar rastro em 1876 com a idade de 29 anos.

   Os itens em seu poder eram:

• uma ficha de cobre para uma cerveja
• um projeto de lei para o atendimento de um cavalo e a lavagem de uma carruagem
• uma carta de 1876
• 70 dólares e cartões de visita

   Este homem parecia continuar com 29 anos e não havia nenhuma explicação de como ele passou de 1876 para 1950 !




4. A Conspiração do Projeto Montauk

   Na estação da Força Aérea em Montauk dizem existir um túnel interdimensional em seu
laboratório subterrâneo que permitiu aos cientistas viajar de volta para 1943. Esta ideia foi transmitida por dois homens, o autor Preston B. Nichols e Al Bielek na década de 1980, quando eles começaram a “recuperar memórias reprimidas de quando trabalhavam no laboratório”.





5. Viajante no Tempo Moderno

   Uma fotografia de 1941 tirada durante a reabertura da ponte South Fork em Gold Bridge, Canadá parece mostrar um viajante do tempo. Que é sustentado pela sua roupa, óculos de sol, e logomarcas impressas. Camiseta são muito modernas e ele está segurando uma câmera fotográfica portátil.

   Nenhuma destas coisas existiam na década de 1940. As pessoas o apelidaram de o ‘ Viajante do Tempo Moderno’





6. A Experiência na Filadélfia em 1943

   O Experimento Filadélfia é uma experiência militar naval que foi realizado pela marinha dos EUA
no estaleiro naval em Filadélfia, Pensilvânia, por volta de 28 de outubro de 1943.

   Diz-se que o destróier escolta da Marinha dos EUA USS Eldridge era para ser tornado invisível para dispositivos inimigos e teletransportado da Pensilvânia para a Virginia. Alguns relatos afirmam que o navio de guerra viajou de volta no tempo por cerca de 10 segundos.

   Neste exemplo, ele também mostra como tele transporte e viagem no tempo pode dar errado porque a tripulação acabou tragicamente reaparecendo dentro das paredes do navio e muitos deles não sobreviveram à viagem.



7. Sir Victor Goddard Voando Para o Futuro


   Em 1935, Sir Victor Goddard, um oficial da força aérea real Britânica, estava pilotando seu avião sobre um campo de pouso abandonado em Drem, Edimburgo. Durante sua jornada sobre o aeródromo, ele ficou chocado quando olhou para baixo e viu a pista completamente reformada e agora estava em uso pelos mecânicos em macacões azuis e ocupada por quatro aviões amarelos estacionados na pista.

   Quatro anos mais tarde, em 1939, a real Força aérea começou a pintar seus aviões de amarelo e os uniformes dos mecânicos foram trocados para o azul. Foi isto uma premonição, mudança interdimensional ou um salto para o futuro ?







8. Prova de Viagem no Tempo em Túmulo Chinês ?


   Em dezembro de 2008, arqueólogos chineses removeram a abertura de um caixão gigante no túmulo Si Qing localizado em Shangsi County, que afirmavam categoricamente não ter sido perturbado por 400 anos.

   Quando removeram a área em torno do caixão, no entanto, eles ficaram chocados e espantado por encontrar um pequeno pedaço de metal em forma de um relógio, com o tempo congelado às 10:06. Além disso, a palavra “Suíço” estava gravada na parte de trás do artefato.

   Se o túmulo não foi realmente perturbado por 400 anos, como estava ali um artefato moderno ? Talvez tenha sido abandonado por um viajante do tempo ?



9. O incidente em Moberly Jourdain´


   Em 1901, duas mulheres afirmam que viajaram de volta no 
tempo. Enquanto elas estavam visitando um pequeno castelo em Versalhes, elas dizem que de repente estavam na época da revolução francesa. Viram muitas pessoas famosas da época, incluindo Maria Antonieta e o conde de Vaudreuil.







10. O Hotel Vanishing

Em 1979, dois casais que viajavam pela França a caminho da Espanha hospedaram-se durante a noite em um antigo hotel. Após a sua estadia eles foram incapazes de encontrar o hotel e as fotografias que tiraram enquanto estavam hospedados no hotel também nunca se revelaram. Poderiam ter saltado para uma realidade alternativa ?

sábado, 2 de abril de 2016

Fadas

 Segundo Schoereder (s/d., p. 66), o nome fada "vem do latim fatum, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas.


   O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. As fadas não são o feminino dos elfos. Levando em conta que esse mito surgiu pelo fato de a Deusa Grian a rainha dos elfos, e a Deusa Aine a rainha das fadas serem irmãs. Mas elas nunca se encontravam, Grian e Aine alternavam-se na regência do ciclo solar na Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício. Sendo assim elfos e fadas não tem nenhum contato direto. É usado o termo "Fada" tanto para fadas do sexo masculino, quanto para fadas do sexo feminino. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando asas de libélula as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.

   Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela. Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil "Peter Pan", de J. M. Barrie.


   O escritor e folclorista inglês Joseph Ritson, na sua dissertação On Faries, definiu as fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos.



As fadas de Cottingley

   Um dos mais estranhos destes relatos citados por Schoereder em seu livro (e que ficou conhecido
como as fadas de Cottingley), é o que envolve duas primas, as adolescentes inglesas Elsie Wright e Frances Griffiths, que em 1917, ao se fotografarem mutuamente num jardim, acabaram revelando também imagens de pequenas criaturas aladas, apontadas como fadas e duendes. O caso foi parar nos jornais e as fotos, publicadas no Strand Magazine em 1920, despertaram a atenção até mesmo de Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes.

   Doyle, que era um seguidor do espiritualismo, acreditou na veracidade das fotos e chegou mesmo a escrever um livro onde defende suas convicções, The Coming of the Fairies ("A Vinda das Fadas"). Na época (ou posteriormente), não foi verificada nenhuma evidência de montagem fotográfica nas imagens, e a autenticidade das mesmas tornou-se assunto de discussão, com adversários e defensores das mesmas digladiando-se nos jornais.

   Interrogadas, Elsie e Frances afirmaram que apenas elas podiam fotografar as fadas, e que mais ninguém poderia estar presente em tais momentos. Houve apenas uma testemunha independente das cenas visualizadas pelas adolescentes, o escritor teosofista Geoffrey L. Hodson, que confirmou o relato das duas.

   No início dos anos 1970, Elsie e Frances, agora senhoras idosas, foram entrevistadas pela BBC e insistiram na autenticidade das fotos. Elsie afirmou que "se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. Acredito que as fadas eram invenção da nossa imaginação" (Schoereder, s/d., p. 27). Embora isso possa soar como uma confissão de fraude, Schoereder defendeu Elsie e Frances com um argumento retirado da parapsicologia: elas poderiam ter a capacidade de registrar numa película fotográfica, imagens vistas em seus pensamentos.

   Mas finalmente em 1982, numa entrevista à Joe Cooper, Elsie e Frances admitiram que haviam forjado as quatro primeiras fotografias, sem precisar usar qualquer habilidade fotográfica: as fadas e duendes eram simplesmente recortes de papel, presos no matagal com alfinetes de chapéu. A evidência para isto fora encontrada anos antes, em 1977, por Fred Gettings. Ele havia descoberto num livro infantil, Princess Mary's Gift Book, publicado por volta de 1914 e que as duas meninas podem ter visto, um poema de Alfred Noyes intitulado "A Spell for a Fairy" ("Um feitiço para uma fada") ilustrado por Claude Shepperson. As fadas que aparecem na ilustração, embora com vestidos diferentes, são obviamente a origem das poses de três das quatro fadas que surgem na primeira foto de Frances tirada por Elsie, em julho de 1917.

   Conforme citado por Kronzek (2003, p. 131), "Frances lembrou-se de ter ficado chocada ao ver como algumas pessoas acreditavam nas suas histórias. Afinal, sublinhou ela, os alfinetes estavam bem visíveis em algumas fotos — mas, ainda assim, ninguém os notou."



A hierarquia 

   Anjos ou Devas: seres luminosos de grande inteligência que agem como orientadores da Natureza e supervisores dos espíritos de menor importância.
Elementais, Espíritos da Natureza ou Fadas: espíritos dos quatro elementos (ar, água, terra e fogo).

   Elementais do ar: divididos em sílfides ou fadas das nuvens e fadas das tempestades. As primeiras vivem nas nuvens, são dotadas de elevada inteligência e sua principal atividade é transferir luz para as plantas; interessam-se muito também por animais e por pessoas, para as quais podem agir como protetoras e guias. As fadas das tempestades possuem grande energia e circulam sobre as florestas e ao redor dos picos das montanhas; costumam ser vistas em grupos pelas alturas e só descem à superfície quando o vento está forte.

   Elementais da terra: seus principais representantes são os gnomos, criaturas de cerca de um metro de altura que vivem no interior da terra (embora existam gnomos da floresta, que cuidam basicamente das raízes das plantas). Os kobolds, menores que os gnomos, são mais amigáveis e prestativos para os humanos que seus parentes, embora sejam igualmente cautelosos. Os gigantes são entidades enormes que costumam estar ligados à montanhas, embora também possam viver em florestas antigas. Finalmente, os Devas da Montanha, são os elementais da terra mais evoluídos, entidades que permeiam e trabalham com uma montanha ou uma cadeia inteira de montanhas, com sua consciência tão profundamente imersa na Terra que mal tomam conhecimento da existência de criaturas de vida breve, como os homens.

   Elementais do fogo: as salamandras ou espíritos do fogo, habitam o subsolo vulcânico, os relâmpagos e as fogueiras. São mais poderosas que as fadas dos jardins, mas estão mais distantes da humanidade também. São espíritos de transformação, responsáveis pela conversão de matéria em decomposição em solo fértil. Podem agir também como espíritos de inspiração, mediadores entre o mundo angélico e os níveis físicos de criação (ou seja, agem como musas).

   Elementais das águas: representados pelas ninfas, ondinas, espíritos das águas e náiades, são responsáveis por retirar energia do sol para transmití-la à água. As ninfas estão ligadas às águas, mas também à montanhas e florestas. Regulam o fluxo da água na crosta terrestre e dão personalidade e individualidade a locais aquáticos, tais como poços, lagos e fontes. Podem assumir a forma de peixes, os quais protegem. As ondinas parecem estar restritas a determinadas localidades, sendo responsáveis pelas quedas d'água e a vegetação circundante. Os espíritos das águas vivem em rios, fontes, lagos e pântanos. Assemelham-se a belas donzelas, muitas vezes com caudas de peixe; gostam de música e dança, e têm o dom da profecia. Embora possam ajudar eventualmente os seres humanos, estes têm de se acautelar com tais espíritos, que podem ser traiçoeiros e afogar pessoas. Da mesma forma que os espíritos das águas, as náiades presidem os rios, correntezas, ribeiros, fontes, lagos, lagoas, poços e pântanos.


   E aí gostou da postagem? Confira o video a seguir e nos diga se você acha que as fadas são reais ou não. 



quarta-feira, 23 de março de 2016

Mitologia grega Pandora


Origem

   Na mitologia grega, Pandora ("a que possui todos os dons", ou "a que é o dom de todos os
deuses") foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.

   Pandora era a filha primogênita de Zeus que, aos 9 anos de idade, recebeu de presente de seu pai o colar usado por Prometeu que foi retirado dele ao pagar a sua pena por roubar o fogo dos deuses. Pandora, então, arranjou uma caixa para pôr seu colar, a mesma caixa em que ela guardou a sua mente e as lembranças de seu primeiro namorado, cujo nome era Narciso. A caixa podia apenas guardar bens de todo o tipo, com exceção de bens materiais. Como o colar era um bem material, ele se auto-destruiu.

   Para Pandora o colar tinha valor sentimental, o que a fez chorar por muitos dias seguidos sem parar. Como a caixa guardava lembranças com a intenção de sempre recordar-las ao "dono", Pandora sempre se sentia triste. Tentou destruir a caixa para ver se ela se esquecia do fato, mas não funcionou, a caixa era fruto de um grande feitiço, que a impedia de ser destruída. Pandora então, aos 36 anos, se matou. Não aguentou viver mais de 27 anos com aquela "maldição".




Caixa de Pandora

   A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que
gera curiosidade, mas que é melhor não ser revelado ou estudado, sob pena de se vir a mostrar algo terrível, que possa fugir de controle. Esta expressão vem do mito grego, que conta sobre a caixa que foi enviada com Pandora a Epimeteu.


   Pandora foi enviada a Epimeteu, irmão de Prometeu, como um presente de Zeus. Prometeu, antes de ser condenado a ficar 30.000 anos acorrentado no Monte Cáucaso, tendo seu fígado comido pelo abutre Éton todos os dias,alertou o irmão quanto ao perigo de se aceitar presentes de Zeus.


   Epimeteu, no entanto, ignorou a advertência do irmão e aceitou o presente do rei dos deuses, tomando Pandora como esposa. Pandora trouxe uma caixa (uma jarra ou ânfora, de acordo com diferentes traduções), enviada por Zeus em sua bagagem. Epimeteu acabou abrindo a caixa, e liberando os males que haveriam de afligir a humanidade dali em diante: a velhice, o trabalho, a doença, a loucura, a mentira e a paixão. No fundo da caixa, restou a Esperança (ou segundo algumas interpretações, a Crença irracional ou Credulidade). Com os males liberados da caixa, teve fim a idade de ouro da humanidade.





Interpretação

   Pode-se perguntar quanto ao sentido desta lenda: por que uma caixa, ou jarra, contendo todos os males da humanidade conteria também a Esperança? Na Ilíada, Homero conta que, na mansão de Zeus, haveria duas jarras, uma que guardaria os bens, outra os males. A Teogonia de Hesíodo não as menciona, contentando-se em dizer que sem a mulher, a vida do homem não é viável, e com ela, mais segura. Hesíodo descreve Pandora como um "mal belo" (καλὸν κακὸν/kalòn kakòn).


   O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).


   A razão da presença da Esperança com os males deve ser procurada através de uma tradução mais acurada do texto grego. A palavra em grego é ἐλπίς/elpís, que é definida como a espera de alguma coisa; pode ser traduzida como esperança, mas essa tradução seguramente é arbitrária. Uma tradução melhor poderia ser "antecipação", ou até o temor irracional. Graças ao fechamento por Pandora da jarra no momento certo, os homens sofreriam somente dos males, mas não o conhecimento antecipado deles, o que provavelmente seria pior.


   Eles não viveriam o temor perpétuo dos males por vir, tornando suas vidas possíveis. Prometeu se felicita assim de ter livrado os homens da obsessão com a própria morte. Uma outra interpretação ainda sugere que este último mal é o de conhecer a hora de sua própria morte e a depressão que se seguiria por faltar a esperança.


   Um outro símbolo está inserido neste mito. A jarra (pithos) nada mais é que uma simples ânfora: um vaso muito grande, que serve para guardar grãos. Este vaso só fica cheio através do esforço, do trabalho no campo, seu conteúdo então simboliza a condição humana. Por conseqüência, será a mulher que a abrirá e a servirá, para alimentar a família.


   Uma aproximação deste mito pode ser feita com a Queda de Adão e Eva, relatada no livro do Gênesis. Em ambos os mitos é a mulher, previamente avisada (por Deus, na Bíblia, ou, aqui, por Prometeu e por Zeus), que comete um erro irremediável (comendo o fruto proibido, na Bíblia, ou, aqui, abrindo a caixa, ou jarra, de Pandora), condenando assim a humanidade a uma vida repleta de males e sofrimentos. Todavia, a versão bíblica pode ser interpretada como mais indulgente com a mulher, que é levada ao erro pela serpente, mas que divide a culpa com o homem.


   A mentalidade politeísta vê Pandora como a que deu ao homem a possibilidade de se aperfeiçoar através das provas e da adversidade (o que os monoteístas chamam de males). Ela lhe dá assim a força de enfrentar estas provas com a Esperança. Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem adversidade o ser humano não poderia melhorar.