Imagine acordar no meio da noite e perceber que você não pode mover nenhum músculo. Você
não pode ver nada pois está escuro, mas você parece sentir a presença de algo estranho no quarto,
próximo à sua cama – ou sobre seu peito, te sufocando.
Este fenômeno assustador é conhecido como paralisia do sono, e é mais comum do que parece.
Pesquisadores afirmam que saber como isso acontece ajuda a sentir menos pânico durante um episódio do distúrbio do sono. Como algumas pessoas não sabem, elas acreditam que algo sobrenatural está agindo sobre elas.
A paralisia do sono acontece quando o cérebro e os músculos do corpo se dessincronizam durante o sono, e a pessoa acorda durante o sono REM (movimento rápido dos olhos), fase do sono em que os sonhos são mais frequentes. Nessa fase, o cérebro libera duas substâncias chamadas glicina e GABA, que deixam os músculos paralisados. Ficar consciente antes do corpo “acordar” caracteriza a aterrorizante experiência, onde as pessoas não podem se mexer, falar ou gritar. A paralisia pode durar de alguns segundos até cerca de 5 minutos.
Estima-se que entre 5 a 60% das pessoas experimentam a paralisia do sono (essa enorme diferença se dá devido aos diferentes métodos de pesquisa).
Algumas pessoas tem episódios frequentes, enquanto outras só experimentam durante uma ou duas vezes na vida, enquanto outros nunca vivenciam a experiência. Felizmente, a paralisia do sono é inofensiva, desconsiderando o enorme pavor que a pessoa sente quando não sabe o que está acontecendo.
Muitas pessoas também vivenciam durante a paralisia do sono alucinações, sensação de falta de ar, uma presença malévola no quarto (que é explicada do cérebro ficar em um estado “hiper vigilante”, fazendo a pessoa temer muito um ataque), ou ainda acreditam que estão morrendo. Mais raramente, alguns episódios da paralisia são acompanhados de sentimentos de queda, flutuação ou a sensação de estar fora do corpo. Por isso, alguns cientistas propuseram essa condição como uma explicação para os relatos de abduções alienígenas e encontros fantasmagóricos.
Várias circunstâncias foram associadas a um aumento do risco de paralisia do sono. Estas incluem insônia e privação do sono, uma agenda de sono irregular, stress, uso excessivo de estimulantes, fadiga física, bem como certos medicamentos. Além disso, dormir na posição supina (barriga para cima) aumenta os riscos da paralisia do sono, segundo os pesquisadores.
A paralisia do sono certamente fica muito menos assustadora quando você realmente sabe o que está acontecendo.
Desde antigas épocas, os Espelhos são alvo de preocupação para pessoas de diversas culturas e religiões, devido ao fato de se acreditar que estes tão comuns objetos de decoração e utilidade existentes em residências e estabelecimentos comerciais, são na realidade uma espécie de "Portal" que ligaria nosso mundo ao além, ou então à outra dimensão, e também devido à sua utilização em magias e feitiçarias diversas.
Até em estórias infantis, como no clássico "Branca de Neve", existe o famoso espelho que conversa com a malvada rainha, sendo questionado por ela: "Espelho, Espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu?"
Sendo que o espelho sempre lhe dá a resposta esperada.
Seja por superstição antiga, ou através da ficção gerada por obras literárias, desenhos animados ou filmes, os espelhos sempre são tratados por muitas pessoas como algo misterioso.
Mas existe na realidade algo de anormal com os espelhos, ou seria apenas fruto da imaginação popular, provocado por lendas espalhadas através do tempo?
Espelhos Negros
Considerado uma ferramenta de scrying e divinação, o espelho negro provou também ser um
instrumento de contato e comunicação com os espíritos e consciências dos mortos. O espelho negro é feito de algum material próprio como ônix ou mesmo um vidro pintado com alguma tinta negra e reflexiva.
Que os espelhos podem ser portais para o reino dos mortos ou mesmo do inferno não é nenhuma teoria nova.
Os hebreus antigos acreditavam que os espelhos podiam ser entradas para as cavernas de Lilith e suas súcubus.
Mulheres jovens eram portanto desencorajadas a usar espelhos, pois poderiam ser possuídas por essas demônias que as levariam a ter relações sexuais com os homens que dormiam na casa.
O Espelho Negro é considerado uma ferramenta de magia com a qual os demônios da mente e o estado de auto-transformação podem ser conseguidos através do encantamento de si mesmo e a abertura da imaginação à imagens em seu reflexo.
Em Goetia, o Espelho Negro é usado como uma ferramenta de comunicação entre o espírito preso ou o familiar após o ritual de evocação.
O feiticeiro que convocou o anjo ou Demônio deve contê-lo apropriadamente no vaso e depois de um tempo evocá-lo novamente e usar o Espelho Negro para visualizar sua forma e demais impressões que ele enviar.
Se um espírito goético específico está preso pelo magista como um familiar, então o Espelho Negro é a forma ideal de comunicação.
Alguns tem usado tábuas e métodos de divinação em frente aos espelhos para se comunicar com os espíritos, esta é uma técnica poderosa pois a pessoa essencialmente trás o reino astral/fantasmagórico para o plano físico.
Segundo os especialistas, o espelho negro é usado da seguinte forma:
1. Convocação do Espírito no Círculo de Evocação;
2. Enviar o Espírito para o receptáculo;
3. Usar o espelho para contatar o espírito depois que ele estiver preso.
4. Contactar o espírito antes de dormir para garantir uma comunicação mais detalhada – se tiver coragem.
[Goetia refere-se a uma prática que inclui a invocação e evocação de anjos e demônios.
Baseia-se na tradição judaico-cristã na qual o rei de Israel, Salomão fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava poder e controle sobre os principais demônios da Terra e consequentemente a todos os espíritos menores governados por eles.
Desta forma, o rei salomão, e posteriormente seus discipulos, teria toda espécie de poderes sobrenaturais, como invisibilidade, sabedoria sobre-humana e visões do passado e futuro.]
Criaturas Sobrenaturais e os Espelhos
Sabe-se que muitos seres sobrenaturais não tem suas imagens refletidas pelos espelhos.
Diz um mito: “demônios” e seres sobrenaturais, com vampiros, traem a sua própria natureza porque não tem sua imagem refletida em espelhos, enquanto as encarnações diabólicas não podem tolerar sua própria imagem e são destruídas no momento em que se vêem refletidas em um espelho.
Por esse motivo os espelhos cumprem a função de amuletos que protegem contra seres satânicos.
O mesmo se vê na Mitologia Grega sobre a Medusa, ser terrível que Perceu venceu usando a própria imagem refletida.
Os Espelhos e o Sono
Existem muitos conselhos e teorias que dizem para cobrir os espelhos do quarto à noite para que a pessoa possa ter um sono tranquilo e consiga descansar de uma forma mais harmoniosa.
Existe a teoria, a qual diz que quando as pessoas dormem, seus espíritos saem e vagam durante a noite, sendo que esses "passeios" e "viagens" se refletem em sonhos e/ou pesadelos nas mentes dos adormecidos.
Já segundo o "Feng-Shui", os espelhos devem ser cobertos durante a noite para se evitar a propagação de energias negativas no ambiente, as quais prejudicam o sono e não permitem que a pessoa descanse corretamente.
Já outras linhas de raciocínio, dizem que quando os espíritos saem dos corpos dos adormecidos à noite, e se deperam com espelhos, eles vêem a própria imagem flutuando no "éter", se assustam e voltam rapidamente para os corpos de origem, fazendo com que as pessoas acordem sobressaltadas, podendo provocar problemas emocinais ou físicos em quem passa por essa experiência.
Segundo essa teoria, outra possibilidade também é a de que o espírito, ao se ver em frente ao espelho, se perca do caminho de volta, ficando perdido, fazendo com que a pessoa adormecida fique em estado de dormência eterna, ou chegando até a morrer.
Por isso, cobrir os espelhos dos aposentos à noite, pode ser um bom cuidado à ser tomado para se evitar surpresas desagradáveis.
Perséfone, deusa da terra e da agricultura na mitologia grega, foi a única filha de Zeus e de
Demeter. Na mitologia grega depois também ficou conhecida como a rainha do mundo infernal, ela ficava vigiando as almas e sabia os segredos das trevas.
A deusa da agricultura sempre se preocupava apenas em colher flores, mas foi crescendo e com isso sua beleza foi encantando a todos, e encantou o deus Hades, o senhor dos mortos, que pediu a deusa em casamento. Porém, Demeter não queria que eles se casassem, mas Hades mesmo assim não desistiu da deusa e continuou a persegui-la. Até que um dia Perséfone estava colhendo narcisos, e de repente Hades apareceu da terra em sua carruagem e levou a deusa para o mundo dos mortos.
Demeter não se conformou a com a situação de sua filha e obrigou que Zeus atendesse seu pedido, foi então que ele pediu a Hades que devolvesse sua filha. Hades não devolveu Perséfone e ainda conseguiu um plano para que ela continuasse com ele. Ele deu à Perséfone uma Romã, que era o fruto do casamento. Como a deusa tinha comido os grãos, não podia deixar mais seu marido, foi então que Perséfone passava um período com sua mãe e outro com seu marido, e se torna a sombria Proserpina. Deste momento em diante, a cada vez que ela estava com seu marido virava inverno na terra, e quando estava no Olimpo com sua mãe se tornava novamente uma adolescente e chegava a primavera, o verde da natureza fazia brotar muitas flores e frutos. E mesmo sendo uma relação muito complicada, vive com muito amor com seu marido Hades.
Perséfone, por sua beleza sempre atraiu muitos olhares. É inimiga de Afrodite por ser esta ser muito bela. Até Zeus, seu pai, se sentiu atraído por sua filha e conta-se que tiveram um filho juntos em forma de serpente, que seria o Sabázio. Também teve um amor com Hércules e com ele teve um filho, o Zagreus.
Afrodite e Perséfone além de ficarem rivais pela beleza, também lutaram pela posse de Adônis, um belo rapaz que era amado por ambas. Afrodite, para preservar Adônis, o prendeu em um baú e mandou a Perséfone para que ela cuidasse, mas ao chegar às mãos dela, ela abriu o baú e se encantou com sua beleza e se recusou a devolver para Afrodite. Foi então que Zeus decidiu que Adônis ficaria um terço do tempo com Afrodite e outro terço com Perséfone, e os outros dias faria o que ele quisesse.
O dia esta quente hoje perfeito para praia, uns amigos me chamaram para curtir, mas eu preferi
ficar em casa, pois à noite tenho uma festa para ir com minha amiga Luiza, embora não sei o que aconteceu com ela já faz mais de uma semana que não nos falamos.
A ultima vez que eu falei com ela foi por skype enquanto ela se preparava para uma festa na mansão da colina, vou tentar mais uma vez falar com ela pois já estou preocupado.
Finalmente depois de mais de 10 tentativas ela me atendeu.
- Alo Luiza tudo bem com você? Porque você sumiu?
- Calma Paulo eu só não estou muito disposta. E há propósito que horas são mesmo?
- São duas da tarde.
- Me liga quando já for de noite.
- Mas a festa ainda esta de pé Luiza?
- Sim esta, ate mais tarde beijos.
- Beijos
Quando a noite caiu, novamente liguei para a Luiza, para avisar que iria me arrumar para ir festa.
- Alo
- Alo Luiza é o Paulo, já estou me arrumando para festa assim que eu acabar passo ai para te pegar, tudo bem para você?
- Tudo bem Paulo vou esta aguardando você.
Desligue a chamada e logo fui tomar meu banho e me arrumar, fiquei muito feliz, pois notei que ela parecia muito mais animada do que mais cedo quando nos falamos, coloquei uma minha melhor roupa pois queria impressiona-la, por que mesmo ela sendo minha amiga, sempre tive uma quedinha por ela.
Peguei meu carro e fui ao encontro da minha amiga e quem sabe... Chegando a sua casa, toquei a campainha e não demorou e ela abriu a porta. Quando abriu quase fiquei sem fôlego de tão perfeita que ela estava, ela que já era linda estava majestosa naquele longo vestido preto, com luvas e uma linda gargantilha em forma de teia cravejada de diamantes, mas o que mais me chamou a atenção foram seus longos cabelos negros como a noite, seu olhar fatal e sua boca que parecia que queria me devorar.
Ela abriu um lindo sorriso e me disse:
- Paulo você esta bem? Porque essa boca aberta? Eu me recompus, e respondi.
- Nada, estou bem, vamos?
- Vamos sim.
Fui ate o carro abri a porta para ela, corri para meu lado e fomos para a festa, no caminho ela me falou que a festa tinha mudado de lugar e que agora seria na mansão da coliana, mudei de direção e fomos para nosso destino, ela estava toda sorridente durante todo caminho e a noite prometia ser maravilhosa.
Chegamos à festa abri a porta do carro, ela desceu e me agradeceu, fomos para a porta da mansão e lá nos entregaram mascaras de porcelana para escondermos nossos rostos, mas notei que tinha algumas pessoas que não usavam mascaras como a da maioria das pessoas, elas usavam mascaras negras assim como a que minha amiga estava usando, e eu e as demais pessoas usávamos mascaras brancas.
Durante a festa algumas dessas pessoas de mascaras negras trocavam as mascaras brancas de algumas das pessoas por uma vermelha, mas ate ai nada de anormal, comecei a achar que se tratava de uma brincadeira.
Minha amiga depois de um tempo de festa, trocou a minha mascara por uma vermelha, eu a indaguei o motivo disso e ela falou ao meu ouvido.
- A verdadeira festa vai começar depois que as pessoas de mascara brancas forem embora, ai sim
poderei contar o que vai acontecer.
Fiquei animado, pois senti certa malicia na voz de Luiza, a festa foi transcorrendo normalmente ate que quando deu meia noite, os convidados que estavam de máscaras brancas foram convidados a irem embora.
Quando ficamos na mansão apenas as pessoas de máscaras negras e vermelhas cada uma das pessoas que estava de máscara negra, pegou pela mão da pessoa que ela colocou a máscara vermelha e se dirigiu para uma parte diferente da mansão.
Minha amiga me levou para uma dos quartos, e lá ela e tirou toda sua roupa e a minha fizemos amor durante muito tempo, e por ultimo ela tirou a máscara e falou ao meu ouvido.
- Eu te amo Paulo e quero te dar um presente que vai fazer você mudar o seu ponto de vista sobre o mundo.
Não tive tempo para perguntar nada, apenas senti uma mordida em meu pescoço e tudo ficou escuro.
Quando acordei na noite seguinte estava deitado em minha cama, todas as janelas estavam trancadas e vedadas com pano a escuridão era total, mas conseguia ver normalmente como se todas as luzes estivessem acesas.
Olhei para o lado e vi em cima do meu criado mudo uma carta escrita com a letra de Luiza, peguei e comecei a ler.
Você deve estar cheio de perguntas sobre o que aconteceu ontem e sobre o que esta acontecendo com você.
Bem vamos por parte, ontem estávamos em uma festa particular da dona da mansão da colina, ele é uma mulher muito educada e generosa que quer aumentar sua família, e nós somos seus novos filhos.
Não se preocupe vou explicar melhor lembra que semana passada eu fui a uma festa nessa mesma mansão e fiquei sumida uns dias? É por isso, me ternei uma de suas filhas, ela é uma vampira e me escolheu para ser uma de sua espécie, o tempo para o meu corpo se adaptar assim como o seu é de uma semana, não vou mentir para você, ira sentir muita dor e muita fome, mas não adianta você tentar fazer a sua fome passar, ela não vai passar pode acreditar em mim, somente depois que você se alimentar de sangue.
Nesse momento você deve estar se perguntando o porquê de eu ter feito isso com você não é mesmo?
Bem fiz isso, pois te amava em segredo e quando minha rainha falou que eu poderia escolher um humano para ser meu companheiro não pensei duas vezes e escolhi você.
Quero que você viva para sempre comigo, sempre ao meu lado por isso te dei esse presente, espero que você aguente essa semana enclausurado sozinho com dor e fome, pois quando esse período passar poderei ter você para sempre ao meu lado.
Quando acabei de ler essa carta sorri e prometi que aguentaria tudo, pois em breve estaria com a minha amada.
Já faz dois dias que estou sozinho nessa casa à dor é insuportável, minha fome aumenta a cada dia mais, e como minha amada Luiza disse não importa o que eu coma, não existe nada sacie minha fome, a sede é inexplicável, meu corpo parece que vai se rasgar em mil pedaços.
Hoje é a manha do sétimo dia meu corpo já não dói mais, todos os meus sentidos parecem ter aumentado no mínimo umas vinte vezes, estou me olhando no espelho agora e acabei de descobrir que nos filmes eles não sabem mesmo nada sobre vampiros, pois sempre que vampiros se olham no espelho não se pode ver o seu reflexo isso segundo eles, pois me vejo perfeitamente, meus cabelos parecem ter ficado mais sedosos e minha pele é macia como ceda.
Não sei explicar, mas parece que sei tudo que os outros vampiros estão pensando, pois posso ouvir as suas vozes em minha mente.
Minha audição ficou tão apurada que posso ouvir o bater do coração dos ratos escondidos no forro da casa.
Minha amada Luiza está chegando posso sentir o doce cheiro do seu perfume espero que ela esteja trazendo algo para eu me alimentar, pois já não aguento mais essa fome.
Ela entra em meu quarto e antes que eu possa perguntar sobre comida ela fala:
- Você deve está faminto venha ate mim, pode morder o meu braço e se alimentar um pouco para que mais tarde você esteja forte para a sua primeira caçada junto comigo.
Olhei para ela e não pensei duas vezes me alimentei de seu sangue, nessa mesma noite iniciamos meus treinamentos.
Hoje me tornei um caçador de verdade e em breve contarei tudo sobre nossa espécie para vocês, não somos monstros e sim a evolução o futuro dos seres humanos isso não é maldição e sim uma dádiva.
Escritor – Morte SobreviventesDT / SobreviventesDoTerror Obs: para gravar pedir permissão
A Lenda da Procissão das Almas, conta sobre uma velha, que vivia sozinha na sua casa, e por não ter muito que fazer, nem com quem conversar, passava a maior parte do dia olhando a rua através da sua janela, coisa muito comum no interior.
Até que numa tarde quando estava quase anoitecendo ela viu passar uma procissão, todos estavam vestidos com roupas largas brancas (como fantasmas) com velas nas mãos e ela não conseguia identificar ninguém, logo estranhou, pois sabia que não haveria procissão naquele dia, pois ela sempre ia à igreja, e mesmo assim quando havia alguma procissão era comum a igreja tocar os sinos no inicio, mas nada disso foi feito.
E a procissão foi passando, até que uma das pessoas que estava participando parou na janela da velha e lhe entregou uma vela, disse a velha guardasse aquela vela e que no outro dia ela voltaria para pegá-la.
Com a procissão chegando ao fim a velha resolveu dormir, e apagou a vela e guardou-a.
No outro dia, quando acordou, a velha foi ver se a vela estava no local onde ela guardou, porém para sua surpresa no local em que deveria estar a vela estava um osso de uma pessoa já adulto e de uma criança.
Horrorizada, a velha senhora persignou-se e rezou o credo com devoção e fervor, repetindo esse procedimento algumas vezes durante o dia.
Um longo dia, por sinal, mas que finalmente se foi, como é o destino inexorável de todos eles.
E então, pouco antes da meia-noite, ela, trêmula de medo, devolveu os ossos e duas velas bentas à figura embuçada que lhe apareceu diante da janela, recebendo da mesma a seguinte recomendação: ”Que isto te sirva de lição, pois a Procissão das Almas não é para ser vista pelos viventes”.
Dizem que a Procissão das Almas, em Mariana, é baseada nessa lenda, e por isso os devotos que dela participam usam os mesmos trajes e aparatos descritos pela senhora que presenciou a Procissão das Almas.
O Terror é um gênero que seguidamente trazemos algo aqui no blog, e também gostamos muito deste autores que nos causam sustos e arrepios. Por isso é justo e mais do que na hora de ter uma lista com seus melhores ícones.
1 - Edgar Allan Poe: Considerado o precursor e pai do gênero, o que por si só o colocaria no topo, mas o fato que os contos de Poe são de um terror narrado de forma inteligente e astuta, e mergulham o leitor num mundo intrincado e tramas originais e assustadoras.
2 - Stephen King: É possível dizer que é o principal nome do gênero vivo. King é referência quando se fala em terror, e suas obras só ganham mais adeptos com a capacidade que elas tem de ganhar as telonas. Com uma grande capacidade de fazer sangrar as páginas, ele toca diretamente o cérebro do seu leitor com imagens muito vívidas.
3 - H. P. Lovecraft: Um dos mais celebrados autores de horror sua obra marcadamente gótica mesclando estruturalmente com as formas da ficção científica é um dos autores que mais tem influenciado novos escritores. O mito em torno do autor é tão grande que não raro recebeu homenagens por bandas como Iron Maiden e Metallica.
4 - Bram Stocker: Embora hoje os vampiros praticamente sejam um gênero a parte do horror, tudo começou com esse cara e seu Conde Drácula, que a partir disso deram vida longa ao horror inspirando algumas centenas de adaptações e influências.
5 -Clive Barker: Capaz de conceber histórias inimagináveis, sua obra muitas vezes toma-se pela insanidade. É um autor complexo e sádico.
6 - Mary Shelley: Integrante da primeira turma do horror da literatura, no início de tudo, foi capaz de criar um dos grandes mitos do horror, Frankenstein.
7 - Dean Koontz: Um autor polêmico para a lista, pois não é unanimidade no gênero, muito devido ao fator de que quando ele erra a mão, erra feio. Mas isto também serve para seus acertos, pois quando Koontz acerta, faz merecer tal lembrança.
8 - Jonathan Maberry: Autor americano bastante versátil tem num de seus principais livros a obra Paciente Zero, que está entre os principais livros de zumbis.
9 - Richard Matheson: Seu romance Eu Sou a Lenda frequenta quase todas as listas de melhores livros de terror, e um dos fatores para tê-lo na lista é que o autor ao escrever dedica-se integralmente a cada trabalho.
10 - Anne Rice: Sabemos que os vampiros são eternos, e Rice colabora com isso. Mas não só de vampiros vive a autora, que também escreve sobre bruxas e fantasia.
Recomendamos todos esses livros a cima pois são de estrema qualidade, e quem curte terror de verdade vai se divertir por um longo tempo, todos os autores acima citados escreveram outras excelentes obras que também recomendamos. Um forte abraço a todos e ate a próxima postagem.
Há algo do outro lado da minha porta do quarto. Eu realmente não sei o que é, e eu estou muito assustado para ir e descobrir. E-e ele está sempre lá, também! Está sempre lá apenas em pé ou sentado, ou fazer o que ele faz, eu não sei! Tudo o que sei é que isso está do outro lado da minha porta do quarto, e ele está esperando por mim. Eu costumava a usar este tempo para ir ao banheiro antes de eu ir dormir, para não fazer xixi na cama, mas eu não posso mais fazer isso. Não com aquela coisa de sempre esperando por mim! Pelo que eu sei, essa coisa poderia me matar ou algo assim. E eu sou muito jovem para morrer; Eu tenho apenas sete anos de idade. Eu quero ser um astronauta quando eu crescer, eu absolutamente não posso morrer!
Oh, mas eu realmente tenho que fazer xixi ... e minha mãe! E-Ela disse que se eu fizer xixi nas calças mais uma vez, ela não vai me deixar ir à viagem de campo para a NASA. O resto de toda a minha vida depende de eu ir nessa viagem de campo ... e, e eu sou um grande rapaz! N-Nenhum monstro vai me impedir de me tornar um astronauta. E, além disso, os astronautas são corajosos. Se eu for na lua, um dia, eu vou ter que ser capaz de combater todos os tipos de aliens lá em cima. Este pequeno monstro velho não será nada comparado com os aliens na lua.
Então, eu vou fazer isso! Eu vou sair da cama, e eu vou marchar até a minha porta, e eu vou lutar com o monstro estúpido, porque os astronautas são corajosos! E eu sou corajoso!
Astronautas ... são corajosos! Os astronautas são corajosos! Os astronautas são cora-----
Se você quiser também assistir o video apertando o play aqui em baixo
Segundo Schoereder (s/d., p. 66), o nome fada "vem do latim fatum, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas.
O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. As fadas não são o feminino dos elfos. Levando em conta que esse mito surgiu pelo fato de a Deusa Grian a rainha dos elfos, e a Deusa Aine a rainha das fadas serem irmãs. Mas elas nunca se encontravam, Grian e Aine alternavam-se na regência do ciclo solar na Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício. Sendo assim elfos e fadas não tem nenhum contato direto. É usado o termo "Fada" tanto para fadas do sexo masculino, quanto para fadas do sexo feminino. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando asas de libélula as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.
Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela. Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil "Peter Pan", de J. M. Barrie.
O escritor e folclorista inglês Joseph Ritson, na sua dissertação On Faries, definiu as fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos.
As fadas de Cottingley
Um dos mais estranhos destes relatos citados por Schoereder em seu livro (e que ficou conhecido
como as fadas de Cottingley), é o que envolve duas primas, as adolescentes inglesas Elsie Wright e Frances Griffiths, que em 1917, ao se fotografarem mutuamente num jardim, acabaram revelando também imagens de pequenas criaturas aladas, apontadas como fadas e duendes. O caso foi parar nos jornais e as fotos, publicadas no Strand Magazine em 1920, despertaram a atenção até mesmo de Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes.
Doyle, que era um seguidor do espiritualismo, acreditou na veracidade das fotos e chegou mesmo a escrever um livro onde defende suas convicções, The Coming of the Fairies ("A Vinda das Fadas"). Na época (ou posteriormente), não foi verificada nenhuma evidência de montagem fotográfica nas imagens, e a autenticidade das mesmas tornou-se assunto de discussão, com adversários e defensores das mesmas digladiando-se nos jornais.
Interrogadas, Elsie e Frances afirmaram que apenas elas podiam fotografar as fadas, e que mais ninguém poderia estar presente em tais momentos. Houve apenas uma testemunha independente das cenas visualizadas pelas adolescentes, o escritor teosofista Geoffrey L. Hodson, que confirmou o relato das duas.
No início dos anos 1970, Elsie e Frances, agora senhoras idosas, foram entrevistadas pela BBC e insistiram na autenticidade das fotos. Elsie afirmou que "se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. Acredito que as fadas eram invenção da nossa imaginação" (Schoereder, s/d., p. 27). Embora isso possa soar como uma confissão de fraude, Schoereder defendeu Elsie e Frances com um argumento retirado da parapsicologia: elas poderiam ter a capacidade de registrar numa película fotográfica, imagens vistas em seus pensamentos.
Mas finalmente em 1982, numa entrevista à Joe Cooper, Elsie e Frances admitiram que haviam forjado as quatro primeiras fotografias, sem precisar usar qualquer habilidade fotográfica: as fadas e duendes eram simplesmente recortes de papel, presos no matagal com alfinetes de chapéu. A evidência para isto fora encontrada anos antes, em 1977, por Fred Gettings. Ele havia descoberto num livro infantil, Princess Mary's Gift Book, publicado por volta de 1914 e que as duas meninas podem ter visto, um poema de Alfred Noyes intitulado "A Spell for a Fairy" ("Um feitiço para uma fada") ilustrado por Claude Shepperson. As fadas que aparecem na ilustração, embora com vestidos diferentes, são obviamente a origem das poses de três das quatro fadas que surgem na primeira foto de Frances tirada por Elsie, em julho de 1917.
Conforme citado por Kronzek (2003, p. 131), "Frances lembrou-se de ter ficado chocada ao ver como algumas pessoas acreditavam nas suas histórias. Afinal, sublinhou ela, os alfinetes estavam bem visíveis em algumas fotos — mas, ainda assim, ninguém os notou."
A hierarquia
Anjos ou Devas: seres luminosos de grande inteligência que agem como orientadores da Natureza e supervisores dos espíritos de menor importância.
Elementais, Espíritos da Natureza ou Fadas: espíritos dos quatro elementos (ar, água, terra e fogo).
Elementais do ar: divididos em sílfides ou fadas das nuvens e fadas das tempestades. As primeiras vivem nas nuvens, são dotadas de elevada inteligência e sua principal atividade é transferir luz para as plantas; interessam-se muito também por animais e por pessoas, para as quais podem agir como protetoras e guias. As fadas das tempestades possuem grande energia e circulam sobre as florestas e ao redor dos picos das montanhas; costumam ser vistas em grupos pelas alturas e só descem à superfície quando o vento está forte.
Elementais da terra:seus principais representantes são os gnomos, criaturas de cerca de um metro de altura que vivem no interior da terra (embora existam gnomos da floresta, que cuidam basicamente das raízes das plantas). Os kobolds, menores que os gnomos, são mais amigáveis e prestativos para os humanos que seus parentes, embora sejam igualmente cautelosos. Os gigantes são entidades enormes que costumam estar ligados à montanhas, embora também possam viver em florestas antigas. Finalmente, os Devas da Montanha, são os elementais da terra mais evoluídos, entidades que permeiam e trabalham com uma montanha ou uma cadeia inteira de montanhas, com sua consciência tão profundamente imersa na Terra que mal tomam conhecimento da existência de criaturas de vida breve, como os homens.
Elementais do fogo: as salamandras ou espíritos do fogo, habitam o subsolo vulcânico, os relâmpagos e as fogueiras. São mais poderosas que as fadas dos jardins, mas estão mais distantes da humanidade também. São espíritos de transformação, responsáveis pela conversão de matéria em decomposição em solo fértil. Podem agir também como espíritos de inspiração, mediadores entre o mundo angélico e os níveis físicos de criação (ou seja, agem como musas).
Elementais das águas: representados pelas ninfas, ondinas, espíritos das águas e náiades, são responsáveis por retirar energia do sol para transmití-la à água. As ninfas estão ligadas às águas, mas também à montanhas e florestas. Regulam o fluxo da água na crosta terrestre e dão personalidade e individualidade a locais aquáticos, tais como poços, lagos e fontes. Podem assumir a forma de peixes, os quais protegem. As ondinas parecem estar restritas a determinadas localidades, sendo responsáveis pelas quedas d'água e a vegetação circundante. Os espíritos das águas vivem em rios, fontes, lagos e pântanos. Assemelham-se a belas donzelas, muitas vezes com caudas de peixe; gostam de música e dança, e têm o dom da profecia. Embora possam ajudar eventualmente os seres humanos, estes têm de se acautelar com tais espíritos, que podem ser traiçoeiros e afogar pessoas. Da mesma forma que os espíritos das águas, as náiades presidem os rios, correntezas, ribeiros, fontes, lagos, lagoas, poços e pântanos.
E aí gostou da postagem? Confira o video a seguir e nos diga se você acha que as fadas são reais ou não.
Na mitologia grega, Pandora ("a que possui todos os dons", ou "a que é o dom de todos os
deuses") foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.
Pandora era a filha primogênita de Zeus que, aos 9 anos de idade, recebeu de presente de seu pai o colar usado por Prometeu que foi retirado dele ao pagar a sua pena por roubar o fogo dos deuses. Pandora, então, arranjou uma caixa para pôr seu colar, a mesma caixa em que ela guardou a sua mente e as lembranças de seu primeiro namorado, cujo nome era Narciso. A caixa podia apenas guardar bens de todo o tipo, com exceção de bens materiais. Como o colar era um bem material, ele se auto-destruiu. Para Pandora o colar tinha valor sentimental, o que a fez chorar por muitos dias seguidos sem parar. Como a caixa guardava lembranças com a intenção de sempre recordar-las ao "dono", Pandora sempre se sentia triste. Tentou destruir a caixa para ver se ela se esquecia do fato, mas não funcionou, a caixa era fruto de um grande feitiço, que a impedia de ser destruída. Pandora então, aos 36 anos, se matou. Não aguentou viver mais de 27 anos com aquela "maldição".
Caixa de Pandora
A caixa de Pandora é uma expressão muito utilizada quando se quer fazer referência a algo que
gera curiosidade, mas que é melhor não ser revelado ou estudado, sob pena de se vir a mostrar algo terrível, que possa fugir de controle. Esta expressão vem do mito grego, que conta sobre a caixa que foi enviada com Pandora a Epimeteu.
Pandora foi enviada a Epimeteu, irmão de Prometeu, como um presente de Zeus. Prometeu, antes de ser condenado a ficar 30.000 anos acorrentado no Monte Cáucaso, tendo seu fígado comido pelo abutre Éton todos os dias,alertou o irmão quanto ao perigo de se aceitar presentes de Zeus.
Epimeteu, no entanto, ignorou a advertência do irmão e aceitou o presente do rei dos deuses, tomando Pandora como esposa. Pandora trouxe uma caixa (uma jarra ou ânfora, de acordo com diferentes traduções), enviada por Zeus em sua bagagem. Epimeteu acabou abrindo a caixa, e liberando os males que haveriam de afligir a humanidade dali em diante: a velhice, o trabalho, a doença, a loucura, a mentira e a paixão. No fundo da caixa, restou a Esperança (ou segundo algumas interpretações, a Crença irracional ou Credulidade). Com os males liberados da caixa, teve fim a idade de ouro da humanidade.
Interpretação
Pode-se perguntar quanto ao sentido desta lenda: por que uma caixa, ou jarra, contendo todos os males da humanidade conteria também a Esperança? Na Ilíada, Homero conta que, na mansão de Zeus, haveria duas jarras, uma que guardaria os bens, outra os males. A Teogonia de Hesíodo não as menciona, contentando-se em dizer que sem a mulher, a vida do homem não é viável, e com ela, mais segura. Hesíodo descreve Pandora como um "mal belo" (καλὸν κακὸν/kalòn kakòn).
O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses).
A razão da presença da Esperança com os males deve ser procurada através de uma tradução mais acurada do texto grego. A palavra em grego é ἐλπίς/elpís, que é definida como a espera de alguma coisa; pode ser traduzida como esperança, mas essa tradução seguramente é arbitrária. Uma tradução melhor poderia ser "antecipação", ou até o temor irracional. Graças ao fechamento por Pandora da jarra no momento certo, os homens sofreriam somente dos males, mas não o conhecimento antecipado deles, o que provavelmente seria pior.
Eles não viveriam o temor perpétuo dos males por vir, tornando suas vidas possíveis. Prometeu se felicita assim de ter livrado os homens da obsessão com a própria morte. Uma outra interpretação ainda sugere que este último mal é o de conhecer a hora de sua própria morte e a depressão que se seguiria por faltar a esperança.
Um outro símbolo está inserido neste mito. A jarra (pithos) nada mais é que uma simples ânfora: um vaso muito grande, que serve para guardar grãos. Este vaso só fica cheio através do esforço, do trabalho no campo, seu conteúdo então simboliza a condição humana. Por conseqüência, será a mulher que a abrirá e a servirá, para alimentar a família.
Uma aproximação deste mito pode ser feita com a Queda de Adão e Eva, relatada no livro do Gênesis. Em ambos os mitos é a mulher, previamente avisada (por Deus, na Bíblia, ou, aqui, por Prometeu e por Zeus), que comete um erro irremediável (comendo o fruto proibido, na Bíblia, ou, aqui, abrindo a caixa, ou jarra, de Pandora), condenando assim a humanidade a uma vida repleta de males e sofrimentos. Todavia, a versão bíblica pode ser interpretada como mais indulgente com a mulher, que é levada ao erro pela serpente, mas que divide a culpa com o homem.
A mentalidade politeísta vê Pandora como a que deu ao homem a possibilidade de se aperfeiçoar através das provas e da adversidade (o que os monoteístas chamam de males). Ela lhe dá assim a força de enfrentar estas provas com a Esperança. Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem adversidade o ser humano não poderia melhorar.
Oi como vai você? Bem ou mal?
-Eu estou sempre mal.
O que você faz para aliviar a sua dor?
-Eu me corto
Tenho 15 anos, desculpe, mas não posso dizer meu nome.
Pratico a automutilação há quase seis meses com uma gilete
-Comecei com um corte pequeno no braço esquerdo, não muito fundo, mas o suficiente para sentir o alivia em ver o sangue escorrer...
-Depois fiz outros cortes, um deles foi um pouco mais fundo, e demorou a cicatrizar e minha mãe perguntou o que era aquilo.
-Eu disse a ela que tinha me arranhado na escola quando cai. Ela acreditou e eu continuei a sofrer em silêncio...
-Eu só contei a três amigos... Todos me pediram para parar
Juro para vocês que eu tentei, mas era como se meu corpo pedisse a lâmina, e tudo o que acontecia ao meu redor, não me dava escolhas...
-Em uma discussão com minha mãe, uma briga com meu amigo e lá se ia toda minha força...
-Terminei o testo que a professora havia passado e pedi pra ir ao banheiro. Levei meu celular, onde escondo as lâminas. Minha amiga que sabia dos cortes disse para eu não levar o meu celular, disse para eu não me cortar, mas eu não dei ouvido, mais uma vez eu me cortei! Quando voltei, fui ate minha carteira quase no fundo da sala, e chorei em silencio...
-Uma das amigas que sabia dos cortes, contou a minha melhor amiga. Minha melhor amiga ficou chateada comigo, e disse que eu não tinha motivos, que era pra eu parar com aquilo.
Mas eu tenho motivos:
-Minha vida imperfeita e problemática
-O bullyng que sofro por ser gorda
-Minhas constantes discussões com todos
Vocês devem ter perguntado, “porque você liga pro bullyng”?
Eu ligo, sofro com isso desde os sete anos, me tornou frágil e quebradiça com qualquer tipo de brincadeira. Todos me julgam a minha mãe e família...
-Não posso ficar sozinha.
-Eu preciso de ajuda!
Fizeram-me prometer que eu nuca mais iria me cortar... Eu prometi a três pessoas:
-Minha melhor amiga
-Minha amiga que sabia dos meus cortes
-E a você Morte mesmo sem te conhecer
-Mas eu quebrei essa promessa, e não suportei a dor...
Infelizmente, não estou conseguindo mais parar...
Por isso estou mandando essa mensagem para vocês do canal SobreviventesDoTerror pois seus vídeos me ajudam a não fazer
Então fica aqui uma mensagem se você não se corta, mas pensa em fazer um único corte, NÃO FAÇA!!!
Nunca faça o primeiro corte
Você pode não conseguir mais parar, mesmo que tenha motivos, alivie se com outra coisa, NÃO SE CORTE.
Beijos Tia Lilith, Anjo e Morte sem vocês não sei se estaria aqui hoje
Fonte:Envido por uma menina que é fan do nosso trabalho
Após contemplar toda a estrutura da organização celestial de Deus, João vê em sua mão direita um rolo com sete selos Em seguida Jesus Cristo tira o rolo da mão direita daquele que está assentado sobre o trono.
Esses cavaleiros começam sua cavalgada por ocasião da abertura do primeiro desses "sete selos" e a cada selo aberto um cavaleiro aparece no total de quatro. Há interpretações que associam esses eventos com os descritos nas visões do profeta Daniel que se iniciam no final das 70 semanas e cavalgam até a Grande tribulação findando no Armagedom.
Peste
Ele é o mais Seguido de todos,onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos.
Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, terror do mundo romano no século I
" E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória. "
Guerra
O Cavaleiro do Cavalo Vermelho, que tem uma Grande Espada, símbolo das guerras sangrentas. Acredita-se que o mesmo representa os flagelos, os meios pelos quais "Deus" castigaria e oprimiria os adoradores da besta e do falso profeta.
" E saiu outro, um cavalo vermelho; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada."
Fome
O Cavaleiro do Cavalo Negro, carrega consigo uma Balança e traz com isso, segundo uns, a justiça (proteção aos justos), segundo outros (a maioria dos estudiosos) o colapso econômico e a fome, pois a balança seria símbolo dos alimentos racionados e dos preços exorbitantes.
" E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: "Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho."
Morte
O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro.
A tradição popular perpetuou a ideia de que este último animal seria uma égua esquálida e não um cavalo. A citação do Inferno que a acompanha é, tradicionalmente, representada pelo Leviatã a engolir as vítimas, destinadas à morte eterna.
" Então ouvi a quarta Criatura:"Venha" e apareceu um cavalo baio, o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto."
Todos os dias quando chega a noite é o momento onde eu me sinto eu mesma.
Onde posso navegar em minhas imaginações, procurando um lugar em que eu possa viver.
Sem tantos sentimentos que apenas me machucam, pessoas que de verdade não sabe minha dor.
Então me fecho em um quarto onde lá está tudo que preciso.
Pra continuar nessa vida sem sentido, e quando penso que vou dormir me espanto com o claro de mais um dia,
Cheio de coisas que de verdade não eram pra existir.
Porque estou aqui? As vezes me pergunto, e como sempre sem resposta alguma continuo a seguir, sem nenhum motivo verdadeiro.
E novamente a noite chega e mais uma vez me isolo nesse quarto que é apenas um refugio de muitos dias sem sentido pra acontecer.
E nos dias seguinte ao me levantar, olho pela a fresta da janela uma imagem meio que anormal, alguém sentado no batente de uma calçada em frente minha casa e percebo que há algo estranho naquele ser, eu me levanto de presa pra o observar melhor e ao vê-lo mais de perto, percebo que era ele que eu estava a procurar todos os dias em minha chata existência na terra de seres sem vida própria. Vivendo por apenas um objetivo claro, ganância.
E esse ser de cabeça baixa e nem se quiser me olhou ainda, me faz imaginar que eu tinha que está aqui por ele e não por nada materialista.
Você veio me buscar? Pergunto a ele. E nada dele me responde.
E continuo a olhar fixamente pra ele e nada de ele reagir.
Horas depois me chamam pra casa e infelizmente me despeso dele e ele nem se quiser me olha.
Tive que entrar e continuar aquele mesmo roteiro de todos os dias, a noite chega e ele some ao olhar mais uma vez na fresta da janela.
Vi que ele havia ido, entrei em desespero e sem poder sair de minha solidão que na verdade era aquele quarto isolado.
Fiquei desesperada, e dias se passaram eu ali e ele sem aparecer, decido saber quem de verdade era aquele ser misterioso, que pra mim era meu amor anormal.
Pesquisei em sites, jornais locais e contei a pessoas próximas o ocorrido e nada de eu saber quem era ele.
Então dias se passando e nada de ele aparecer, desisto de minhas buscas e de viver aqui sem ele.
Então em meu quarto de solidão em um dia chuvoso, escuro e sem sequer uma luz, desisto de viver e entro em algo profundo que naquele momento seria minha morte, e é quando ele aparece na minha frente, e fala bem baixinho, Eu sou o anjo que a guarda todos os dias e vim te dizer que você precisa de sua existência na terra pra da continuidade a sua vida após a morte.
Você reluz esperança mesmo envolvida em tanta tristeza, saiba que à um mundo que mesmo sendo escuro é um paraíso, não se vá porque você me pertence da mesma forma que eu a você.
E naquele momento só queria poder abraça-lo e ao me aproximar ele apenas some e ao olhar pela fresta da janela es que ele surge novamente sentado no batente da calçada em frente em minha casa e eu continuo aqui em minha solidão todos os dias, mais na espera de que ele possa fazer parte de minha vida, mais isso não será hoje e nem no futuro próximo. Porque ele é um anjo e eu apenas uma mortal.
Tabuleiro ouija ou tábua ouija é qualquer superfície plana com letras, números ou outros símbolos em que se coloca um indicador móvel. Foi criado para ser usado como método de necromancia ou comunicação com espíritos.
Os participantes colocam os dedos sobre o indicador que então se move pelo tabuleiro para responder perguntas e enviar mensagens dos supostos espíritos. Há um jogo de tabuleiro registrado no Departamento de Comércio norte-americano com o nome de Ouija, mas a designação passou a ser usada para caracterizar qualquer tabuleiro que se utilize da mesma ideia.
No Brasil há uma variante conhecida como a brincadeira do copo ou o jogo do copo, em que um copo faz as vezes do indicador para as respostas. Existem também apoios para a utilização de lápis durante as sessões.
A origem Comunicação com os espíritos sempre existiu de uma forma ou outra, basta pegar os manuais de
invocação que você encontra em livros como São Cipriano, mas quem se comunicava eram os bruxos e estudiosos do assunto. Em 1848 tudo mudou, pois uma família comum de um vilarejo próximo à cidade de Rochester, estado de Nova York, chamado Hydesville começou a se comunicar com os espíritos através debatidas (raps), conseguindo respostas como 'sim' e 'não' para as perguntas. A notícia se espalhou e desse episódio surgiu o espiritismo moderno.
No dia 11 de dezembro de 1847, a família do Sr. John D. Fox mudou-se para um vilarejo próximo a cidade de Rochester, estado de Nova York, chamado Hydesville, para uma casa que a vizinhança e os antigos moradores diziam ser mal-assombrada. O Sr. Fox tinha três filhas, sendo que, Margaret (também chamada de Maggie) (1833-1893) e Kate (1837-1892) moravam com ele e a outra filha, Leah (1814-1890), morava em Rochester.
Durante quatro meses que a família esteve morando no lugar, eles puderam ouvir batidas e alguns arranhões. No inicio os eventos eram raros, mas em Março de 1848 as batidas na parede de madeira da casa passaram a ficar mais intensas, acontecendo várias vezes ao dia e com extrema violência. Móveis começaram a ser arrastados, o que deixou a família Fox muito assustada, especialmente as duas filhas do casal. No dia 31 daquele mês, Kate, que não aguentava mais a situação, resolveu desafiar a entidade, ela bradou em alto e bom tom que iria bater palmas, e que a entidade tentasse repetir com golpes contra a parede. A entidade passou então a repetir com golpes o que a jovem fazia com palmas. Isso levou os Fox a acreditarem que a entidade era dotada de inteligência, e passaram a realizar outros contatos, onde as irmãs faziam alguma pergunta a qual a entidade responderia "sim" com duas pancadas e "não" com uma pancada.
Dessa forma as interações entre os Fox e a entidade levaram a família a descobrir que o espírito teria pertencido a um mascate que tinha sido assassinado naquela casa há cinco anos e enterrado ali mesmo.
Excitados com esse acontecimentos, a família Fox chamou alguns vizinhos na mesma noite para testemunhar os acontecimentos. Na presença deles ela continuou conversando com o mascate e descobriu seu nome, Charles B. Rosma, e detalhes de sua vida.
A notícia se espalhou rapidamente, e muitas foram as pessoas que rumaram para a casa da família Fox afim de ver, ou ouvir, por si mesmos os eventos estranhos que estavam acontecendo no local.
Para facilitar a comunicação foi criado um sistema onde o número de batidas seguidas correspondia a letras, sendo um batida = A, duas batidas = B, e assim por diante. Esse processo não era muito otimizado e gerava vários erros de interpretação, além de ser difícil relacionar letras e batidas quando se está na empolgação de um evento como esse. Assim começou-se a procurar métodos para facilitar a comunicação.
Bolaram então a planchette, que nada mais era do que uma base em forma de coração com rodinhas e um lápis acoplado, na qual o médium apoiava sua mão. Tornou-se bastante popular em 1860. Só tinha um problema: ninguém conseguia entender os garranchos que eram escritos!
Foi então desenvolvido o Tabuleiro Falante, que tinha as letras do alfabeto, sim, não, números e boa noite (havia variações). Funcionava assim: duas pessoas sentavam de frente e apoiavam o tabuleiro sobre as pernas. Pegavam a planchette e ela deslizava pelo Tabuleiro Falante. Bem mais prático! Com o tempo, as pessoas foram trocando a planchette por um simples copo.
Há também fontes que afirmam que o princípio tabuleiro desse tipo teria sido aperfeiçoado por um espiritualista chamado M. Planchette, que teria inventado o indicador de madeira, que é utilizado até hoje, por volta de 1853. O indicador é chamado de planchette em sua homenagem.
Assim, em 1898, Charles Kennard, William Fuld o Ouija Board (tabuleiro Ouija). Foi um sucesso. Era vendido como brinquedo e quase toda casa americana tinha um.
Quem não tinha uma tábua Ouija e não tinha dinheiro para comprar, deu um jeito e bolaram a famosa brincadeira do copo. Existem até algumas variantes que simplificaram ainda mais o tabuleiro, como o jogo da caneta e do compasso.
A comunicação com os espíritos continuou a sua evolução e temos o uso da tecnologia a nosso favor, como a Transcomunicação Instrumental e os FVEs. (fenômenos de voz eletrônicas).
Dicas:
Crie o ambiente! Acenda uma vela, apague todas as luzes, conte umas histórias de quem fez antes a brincadeira.
Crie um clima para o que vai fazer. Se fizer no meio da tarde ouvindo uma música agitada não vai ser a mesma coisa.
Não faça perguntas do tipo "O Gustavo gosta de mim", "Quando vou morrer", "A Karina vai na escola amanhã?". O espírito não tem como saber disso, ele não é um oráculo!
Faça perguntas objetivas! Imagina o trabalho que seria para responder: "O que vai cair na prova amanhã?". Seja objetivo!
Não irrite o espírito e nem peça sinais físicos, como pedir para ela abrir a porta ou fazer ventar. Concentre-se no copo mexendo.
Não vá fazer a brincadeira em estado alterado de consciência, ou seja, bêbado ou drogado! A chance de um espírito ruim vir "conversar" com vocês será bem grande.
Confira o vídeo a baixo, para saber mais um pouco sobre o assunto.